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Marcas Ajustam Uso de IA em Anúncios Após Críticas

Marcas Ajustam Uso de IA em Anúncios Após Críticas

Resumo da Notícia

Contexto Geral

Marcas e agências estão revisando sua postura sobre o uso de IA na publicidade diante do ceticismo do público, especialmente entre a Geração Z. Pesquisas apontam um descompasso entre a percepção de anunciantes e a de consumidores sobre anúncios gerados por IA, ao mesmo tempo em que dados de desempenho e práticas de transparência indicam respostas variadas do mercado.

Principais Pontos

  • A publicidade do Super Bowl de 2026 evidenciou que empresas continuam promovendo IA aos consumidores nos EUA, enquanto marcas ajustam posicionamento e comunicação diante do esfriamento do sentimento público.
  • Segundo título, 55% da Geração Z veem com frieza a publicidade com IA.
  • Levantamento do IAB e Sonata Insights: 82% dos anunciantes acreditam que Geração Z e millennials veem positivamente anúncios gerados por IA, mas apenas 45% dos consumidores relatam essa percepção; a lacuna aumentou desde 2024.
  • VML Intelligence: 21% disseram que gostariam menos de uma campanha ao saber que foi gerada por IA.
  • Pesquisa Taboola com pesquisadores de universidades: alguns anúncios gerados por IA performam no mesmo nível que os humanos; CTR média de anúncios humanos foi 0,65% e de anúncios com IA, 0,76%.
  • IAB: a divulgação do uso de IA é benéfica; cerca de 73% de Geração Z e millennials afirmaram que a compra seria mais provável ou não seria afetada com disclosure claro.
  • Marcas como Aerie e Dove prometeram não usar IA em seus anúncios.
  • Exemplos de abordagem “humana”: He Gets Us filmou seu comercial do Super Bowl em película e com pessoas reais; a Porsche teve campanha de fim de ano em 2025 com estética desenhada à mão pela Parallel Studio; a Panda Express lançou curta animado artesanal com a Passion Pictures.
  • Mesmo quando a peça final não usa IA, anunciantes empregam IA generativa em etapas como insights e produção; executivos do setor questionam declarações “anti-IA”, apontando uso disseminado dessas ferramentas.
  • Solicitações de propostas (RFPs) tornaram-se mais cautelosas quanto ao uso de IA, após reações negativas a campanha de fim de ano da Coca-Cola e à peça de Natal gerada por IA do McDonald’s na Holanda (removida).
  • Preocupações associadas à IA incluem estabilidade do emprego, privacidade de dados, impacto ambiental, cultura de vigilância e “AI slop” (gerações de IA de baixa qualidade).

Informações Essenciais

O conteúdo mostra um cenário de ajuste no mercado publicitário: enquanto dados indicam ceticismo relevante entre jovens e uma lacuna entre o otimismo dos anunciantes e a percepção dos consumidores, também há evidências de bom desempenho de alguns anúncios com IA e de que a transparência sobre seu uso pode mitigar impactos. Marcas adotam desde promessas de não usar IA nas peças até campanhas que enfatizam processos artesanais, ao passo que a IA segue presente nos bastidores da criação e as RFPs refletem maior cautela após episódios de rejeição pública.

Fonte: digiday.jp

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