Resumo da Notícia
Contexto Geral
Tesla entrou com um processo contra o Departamento de Veículos Motorizados da Califórnia (DMV) para reverter uma decisão que restringiu o uso dos termos “Autopilot” e “Full Self-Driving” em sua comunicação de vendas. A empresa contesta uma ordem anterior que exigiu a adequação da linguagem de marketing sob pena de suspensão da licença de vendas, apesar de o DMV ter confirmado recentemente que as alterações necessárias foram feitas e que não haverá suspensão.
Principais Pontos
- Em 13 de fevereiro, Tesla protocolou uma queixa alegando que o DMV a rotulou indevidamente como anunciante falsa e pediu que a ordem fosse anulada, chamando-a de “factualmente errada” e “inconstitucional”.
- Em dezembro, um juiz administrativo determinou que a Tesla ajustasse sua linguagem de marketing ou arriscasse a suspensão da licença de vendas; na semana passada, o DMV afirmou que a empresa fez as mudanças exigidas, incluindo a renomeação para “Full Self-Driving (Supervised)”, e que não ocorreria suspensão.
- O DMV argumentou que os termos do programa de assistência ao motorista poderiam levar consumidores a crer que os carros podem rodar sem um condutor; a Tesla afirmou que o DMV não provou confusão de compradores e que é “impossível” adquirir um Tesla sem ver avisos claros de que os sistemas não são totalmente autônomos.
- Na última semana, a Tesla perdeu um recurso em um processo de US$ 243 milhões relacionado a um acidente de 2019, em grande parte por seu uso dos termos “Autopilot” e “Full Self-Driving”.
- No mês passado, a empresa cancelou o Autopilot em novos Model 3 e Model Y e tornou o FSD (Supervised) disponível apenas por assinatura.
Informações Essenciais
Tesla busca anular a decisão do DMV da Califórnia que limitou o uso de “Autopilot” e “Full Self-Driving” em seu marketing, mesmo após ajustar a nomenclatura para “Full Self-Driving (Supervised)” e evitar a suspensão da licença. O DMV sustenta que os termos podem induzir a erro sobre capacidades de condução sem motorista, enquanto a Tesla afirma que não há prova de confusão e que seus avisos deixam claro que os sistemas não são totalmente autônomos. O caso ocorre juntamente com outras ações e mudanças recentes relacionadas aos recursos de direção assistida da empresa.
Fonte: slashdot.org