Resumo da Notícia
Contexto Geral
Livro de Josephine Berry apresenta uma investigação sobre a devastação deixada pela modernidade e como a globalização expõe a fragilidade do planeta, articulando arte voltada ao tema, práticas comunitárias e ativismo. A edição destaca um projeto gráfico que dialoga com publicidade de combustíveis e linguagem de protesto, além de soluções tipográficas e editoriais específicas.
Principais Pontos
- O livro examina a capacidade da arte de romper com o “realismo capitalista” e com “paisagens do petróleo”, propondo novas formas de imaginar a vida na Terra.
- A capa utiliza uma colagem sem título de Paul Nash feita para um guia automotivo da Shell dos anos 1960 sobre Dorset, com paleta inspirada em derramamentos de óleo e texto semitransparente que revela a retícula de semitons abaixo.
- A linguagem tipográfica faz referência à publicidade vintage de gasolina e à estética de protesto, com letras monumentais, pesadas e condensadas em páginas de título de capítulos e cabeçalhos.
- O texto principal é justificado para sugerir uma “estrada”, serpenteando da esquerda para a direita, com interrupções por imagens contextuais, numeração de notas de rodapé em negrito e um fio rosa que conecta as seções.
- Wolfe Hall utilizou a família Waldenburg nas variações Condensed Medium, Condensed Heavy, SemiCondensed Heavy e Book.
- A obra foi editada por Leah Whitman-Salkin e publicada em março de 2025 pela Sternberg Press.
Informações Essenciais
Planetary Realism – Art Against Apocalypse reúne conteúdo crítico sobre modernidade, globalização e meio ambiente, articulado a práticas artísticas e ativistas, e apresenta um projeto gráfico que integra referências de publicidade de combustíveis e protesto, com capa baseada em colagem de Paul Nash e uso da família tipográfica Waldenburg. O livro foi editado por Leah Whitman-Salkin e publicado em março de 2025 pela Sternberg Press.
Fonte: fontsinuse.com