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Tribunal Maltês inocenta homem em caso de conversão

Tribunal Maltês inocenta homem em caso de conversão

Resumo da Notícia

Contexto Geral

Um homem em Malta, Matthew Grech, foi absolvido pela Justiça após mais de três anos de disputa judicial por acusação de “publicidade de práticas de conversão”, decorrente de uma entrevista em que relatou ter deixado relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo após se tornar cristão.

Principais Pontos

  • Matthew Grech, 36, foi considerado inocente da acusação de “publicitar práticas de conversão” por um tribunal maltês.
  • As acusações surgiram após uma entrevista concedida em abril de 2022 à PMnews Malta sobre proibições de terapia de conversão.
  • Além de Grech, dois jornalistas da PMnews Malta que conduziram a entrevista também foram processados sob a mesma lei.
  • O processo incluiu 17 comparecimentos ao tribunal e previa pena de multa de €5.000 (mais de US$ 5.700) ou até cinco meses de prisão.
  • A queixa policial foi apresentada por Silvan Agius, ativista LGBT que ajudou a redigir a legislação; Christian Attard e Cynthia Chircop também teriam participado da denúncia.
  • Em vídeo publicado no Facebook após a decisão, Grech agradeceu e afirmou que o tribunal decidiu a favor da liberdade de expressão e de religião, reconhecendo seu direito de compartilhar suas visões e mencionar organizações relacionadas.
  • Grech declarou que a lei sob a qual foi acusado permanece em vigor, pediu à Comissão Europeia que barre proibições de terapia de conversão e alegou que ativistas usam tais leis para atingir visões divergentes.

Informações Essenciais

O tribunal de Malta absolveu Matthew Grech da acusação de promover “práticas de conversão”, originada de uma entrevista dada em 2022. O caso se estendeu por mais de três anos, com 17 audiências e risco de multa ou prisão. A denúncia partiu de ativistas ligados à elaboração da lei. Após a decisão, Grech publicou um vídeo agradecendo e dizendo que a Justiça reconheceu seu direito de manifestar suas convicções religiosas e opiniões sobre sexualidade, além de afirmar que a legislação permanece vigente e fazer apelos públicos sobre o tema.

Fonte: freerepublic.com

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