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Por que a vela não decola nas redes sociais?

Por que a vela não decola nas redes sociais?

Resumo da Notícia

Contexto Geral

O conteúdo discute por que a vela não decola nas redes sociais, com base em experiência prática em comunicação esportiva, observações sobre a participação dos atletas em ações de mídia e dados de seguidores no Instagram, incluindo comparações entre esportes, exemplos de velejadores e menções a resultados esportivos recentes.

Principais Pontos

  • Experiência relatada em comunicação de grandes eventos, como Jogos Olímpicos de Paris 2024, Rolex Fastnet Race, Admiral’s Cup, SailGP Cádiz, ClubSwan Racing, 52 Super Series e Trofeo Princesa Sofía Mallorca by FERGUS Hotels.
  • Afirma que há investimento e profissionais qualificados em comunicação na vela, mas o esporte segue com baixa tração nas redes sociais.
  • Indica que atualmente a fama nas redes ajuda muito a carreira esportiva; produzir conteúdo a bordo é mais difícil; atletas não são comunicadores profissionais.
  • Registra recusas frequentes de velejadores a entrevistas curtas para stories do Instagram e aponta fatores: ausência de exigência/educação em comunicação na vela olímpica, campanhas financiadas que reduzem a busca por patrocinadores, constrangimento diante de câmeras em um meio onde “todos se conhecem” e autoestima baixa.
  • Dados globais de seguidores no Instagram por esporte/federação: Futebol 54 milhões; Críquete 32,7 milhões; Basquete 3 milhões; Hóquei 421 mil; Tênis 385 mil.
  • Dados na Espanha: La Liga (futebol) 54,6 milhões; Tênis 57,5 mil; Basquete 425 mil; Fórmula 1 sem perfis oficiais; Fernando Alonso 7,9 milhões; Ciclismo (@lavuelta) 686 mil.
  • Atletas de referência em seguidores: futebol (Sergio Ramos) 67 milhões; tênis (Rafa Nadal) 21,3 milhões; basquete (Pau Gasol, aposentado) cerca de 2,5 milhões; F1 (Carlos Sainz) 12,4 milhões.
  • Velejadores mais seguidos no mundo: Violete Dorange 628 mil; Cole Brauer 490 mil; Boris Herrmann 182 mil; Gisela Pulido 128 mil; Clarisse Cremer 124 mil; Giovanni Soldini 85 mil.
  • Velejadores na Espanha (incluindo kite/vela profissional): Gisela Pulido 128 mil; Tara Pacheco 65,3 mil; Blanca Manchón 63,3 mil; Blanca Alabau 53,4 mil; Jordi Xammar 19,4 mil.
  • O conteúdo sustenta que a menor atividade dos velejadores nas redes pode estar relacionada ao desempenho da vela nas plataformas.
  • Exemplo de 2024: Diego Botín e Florian Trittel foram eleitos Regatistas do Ano pela Federação Internacional de Vela, campeões do circuito mundial de SailGP e campeões do mundo de 49er; ao mesmo tempo, é relatado que seus perfis nas redes estão pouco ativos, com último post em 2019.

Informações Essenciais

O conteúdo reúne experiência em comunicação de eventos, dados comparativos de seguidores no Instagram e relatos sobre práticas de mídia na vela para mostrar que, apesar do investimento em equipes de comunicação, a presença digital dos atletas é limitada. Apresenta números de audiência de federações e atletas de diferentes esportes, lista os velejadores com mais seguidores no mundo e na Espanha e cita os títulos de 2024 de Diego Botín e Florian Trittel, destacando a baixa atualização de seus perfis como exemplo da distância entre conquistas esportivas e atividade nas redes sociais.

Fonte: abc.es

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