Resumo da Notícia
Contexto Geral
O conteúdo descreve como, entre 2008 e 2011, o suporte a emoji no iPhone estava restrito ao Japão e como desenvolvedores encontraram formas de habilitá-los em outros mercados por meio de uma preferência oculta e aplicativos, até a disponibilização oficial do teclado de emoji no iOS 5 em 2011.
Principais Pontos
- Entre 2008 e 2011, emoji estavam disponíveis apenas em iPhones japoneses; o iOS 5 (2011) passou a oferecer um teclado de emoji para todos os usuários, exigindo ativação nas configurações.
- Uma preferência oculta chamada KeyboardEmojiEverywhere permitia habilitar emoji fora do Japão; desenvolvedores criaram aplicativos que ativavam essa opção com interface simples.
- A Apple inicialmente rejeitou alguns desses aplicativos, como o Freemoji; o texto aponta incerteza se a motivação era especificamente sobre emoji ou sobre controle da plataforma.
- Desenvolvedores passaram a esconder ativadores de emoji em outros apps, como o FrostyPlace (um leitor de RSS de US$ 0,99) e o Spell Number, que liberava emoji ao digitar um número secreto (alterado de 9876543.21 para 91929394.59).
- Em 2009, um desenvolvedor renomeou seu app para “Typing Genius – Get Emoji” e afirmou estar assumindo um risco ao anunciar diretamente o suporte a emoji, indicando a possibilidade de remover a função se necessário.
- Em 2008, para que os emojis funcionassem, remetente e destinatário precisavam seguir as mesmas instruções, pois a opção ativava não apenas o teclado, mas também a decodificação e a renderização.
- A distinção entre emoji e emoticons do teclado japonês, disponível sem hacks, gerou confusão entre usuários.
- O desenvolvedor identificado como a pessoa que descobriu como liberar emoji para qualquer iPhone em 2008 foi Steven Troughton-Smith.
Informações Essenciais
O relato apresenta a evolução do acesso a emoji no iPhone antes da adoção oficial no iOS 5: de uma funcionalidade restrita ao Japão e acessível por uma preferência oculta, à criação de aplicativos que a ativavam, passando por rejeições iniciais da Apple, métodos alternativos como FrostyPlace e Spell Number, e a posterior aceitação prática de apps que anunciavam emoji. Registra-se que, inicialmente, tanto remetente quanto destinatário precisavam habilitar a função e que houve confusão com emoticons do teclado japonês. O conteúdo atribui a Steven Troughton-Smith a descoberta do método para liberar emoji em qualquer iPhone em 2008.
Fonte: unsung.aresluna.org