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Autenticidade: o novo mantra do marketing moderno

Autenticidade: o novo mantra do marketing moderno

Resumo da Notícia

Contexto Geral

O conteúdo discute a percepção negativa associada ao termo “marketing” e ao uso de “marqueteiro” nas redes sociais, apresenta dados sobre sentimento e distribuição desses termos, traz pesquisas de 2025 sobre queda de confiança dos consumidores em empresas e em conteúdos de creators, e exemplifica estratégias que adotam uma postura de “anti-marketing”, defendendo comunicação alinhada à verdade do negócio.

Principais Pontos

  • “Isso é marketing” e “é só marketing” são descritos como expressões usadas para desqualificar ações e associá-las a falta de autenticidade.
  • Dados da Timelens indicam que “marqueteiro” aparece majoritariamente nas redes sociais, com baixa presença em notícias online.
  • “Publicitário” tem distribuição mais equilibrada e surge com maior frequência em portais de notícias, associado a contextos mais formais e profissionais.
  • Ambos os termos têm conotação predominantemente negativa; o sentimento negativo em conversas com “marqueteiro” é quase duas vezes maior do que com “publicitário”, e o positivo é significativamente menor.
  • Em 2025, 71% dos consumidores globais afirmaram confiar menos nas empresas em comparação ao ano anterior.
  • Pesquisa da McKinsey com mais de 25 mil consumidores em 18 países aponta as redes sociais como a fonte menos confiável para decidir uma compra.
  • Estudo de 2025 da BBB National Programs, com mais de 3.700 consumidores, indica que 58% já compraram por influência de creators, mas apenas 5% confiam completamente nesse conteúdo.
  • Segundo o mesmo estudo, 79% confiam mais quando a avaliação é autêntica, inclusive negativa, e 80% veem falta de genuinidade e transparência como principal fator de ruptura.
  • O texto atribui o chamado “anti-marketing” ao esgotamento de promessas vazias e à percepção de oportunismo.
  • Exemplo citado: Liquid Death trata a comunicação de forma irônica, foi avaliada em mais de US$ 1,4 bilhão e apresenta resultados crescentes de dois dígitos.
  • Afirma-se que o problema não é fazer marketing, mas “parecer só marketing”, quando a comunicação promete mais do que a entrega e evidencia desalinhamento.
  • Defende-se um marketing que respeita o consumidor, reconhece a abundância de informação e a escassez de confiança, e se ancora na verdade do negócio.
  • A verdade é apresentada como o ativo mais valioso, devendo nascer na cultura, atravessar produto, atendimento, experiência e liderança, para então chegar à comunicação; marcas se constroem de dentro para fora.

Informações Essenciais

O conteúdo aponta a deterioração da percepção pública do marketing e destaca dados que evidenciam queda de confiança em empresas, baixa credibilidade das redes sociais para decisões de compra e ceticismo em relação a creators. Indica que estratégias vistas como “anti-marketing”, pautadas por franqueza e autocrítica, podem obter resultados, exemplificando com a Liquid Death. Reforça que comunicação eficaz depende de alinhamento com a verdade e a entrega do negócio, priorizando autenticidade e transparência para construir confiança.

Fonte: infomoney.com.br

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