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Investimento em influenciadores cresce com desafios

Investimento em influenciadores cresce com desafios

Resumo da Notícia

Contexto Geral

O conteúdo aborda a falta de transparência na remuneração de influenciadores no marketing de influência, com base em estudo realizado nos Estados Unidos. O material apresenta dados sobre crescimento do investimento na creator economy, modelos de gestão entre anunciantes, uso de agências, métricas de avaliação e níveis de satisfação e predisposição para mudar a forma de remuneração.

Principais Pontos

  • Investimento previsto na creator economy em 2026 nos EUA: US$ 43,9 bilhões, aumento de 18% em relação ao ano anterior.
  • Metade dos anunciantes tem orçamento de US$ 100 milhões ou mais para marketing de influência; a outra metade opera abaixo desse valor.
  • Perfil dos participantes: 49% B2C, 10% B2B e 41% atuam em ambos.
  • Abordagem de gestão: 52% adotam modelo misto (in-house e parceiros externos); 32% dependem principalmente de parceiros externos; 16% operam majoritariamente in-house.
  • Um terço dos anunciantes que hoje operam in-house antes utilizava agências; os principais motivos da mudança foram melhor conhecimento, maior controle e eficiência de custos; operar totalmente in-house costuma exigir orçamento elevado (segundo Leah Marshall, ANA).
  • Entre os que usam agências, 83% escolhem agências criativas e de influencer marketing; 36% recorrem a agências de PR; agências de mídia e de talentos são as menos utilizadas.
  • Modelos de pagamento às agências: 55% por projeto; 45% por retentor; apenas 25% vinculam a remuneração da agência a KPIs específicos.
  • Principais KPIs observados: taxa de engajamento (90%), impressões (87%) e alcance (86%).
  • Métricas de menor importância: visualizações de vídeo (84%), análise de sentimento (69%) e earned media value (63%).
  • Transparência na remuneração dos influenciadores: somente 51% dos anunciantes dizem ter visão completa e clara sobre o que os influenciadores recebem.
  • Satisfação com acordos de remuneração: 27% pouco ou nada satisfeitos; 25% muito satisfeitos; 48% de alguma forma satisfeitos.
  • Mudanças planejadas: 55% estão predispostos a alterar a forma de remunerar influenciadores nos próximos 12 meses; entre os 45% restantes, 32% pouco dispostos e 13% sem predisposição.
  • Observação de Leah Marshall: pagamentos frequentemente são agrupados pelas agências, dificultando saber quanto é destinado a cada serviço e aos influenciadores.

Informações Essenciais

O estudo indica crescimento do investimento em marketing de influência e evidencia opacidade na remuneração dos influenciadores, com apenas 51% dos anunciantes tendo clareza total sobre os valores pagos. Há diversidade nos modelos de gestão (misto, parceiros externos e in-house) e nos tipos de agências contratadas, com predominância de pagamentos por projeto e baixa vinculação a KPIs. Engajamento, impressões e alcance são os principais indicadores acompanhados. A combinação de baixa transparência e níveis moderados de satisfação leva 55% dos anunciantes a se mostrarem predispostos a mudar a forma de remunerar influenciadores nos próximos 12 meses.

Fonte: marketingdirecto.com

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