Resumo da Notícia
Contexto Geral
A notícia descreve a campanha da Pepsi em 1996 que pintou de azul um Concorde da Air France como parte do “Project Blue”, resultando em restrições operacionais devido ao aquecimento em altas velocidades, além de detalhar o tour promocional e o impacto limitado nos resultados da empresa.
Principais Pontos
- Em 1996, a Pepsi lançou a campanha global “Project Blue”, estimada em US$ 500 milhões, e firmou acordo com a Air France para pintar de azul o Concorde F-BTSD.
- A aeronave foi apresentada em 2 de abril de 1996 no aeroporto de Gatwick, em Londres.
- O Concorde era tradicionalmente branco por razões funcionais, com pintura especial que atuava como escudo térmico.
- Em velocidade Mach 2, o nariz atingia 127°C e o corpo cerca de 90°C, causando dilatação de até 30 centímetros.
- A cor azul escura absorvia calor, elevando o risco térmico; a Aérospatiale limitou o voo a Mach 2 por no máximo 20 minutos.
- Abaixo de Mach 1,7 não havia restrições operacionais relacionadas à nova pintura.
- As asas permaneceram brancas por abrigarem os tanques de combustível.
- Em duas semanas, o avião realizou 14 voos e visitou 10 cidades na Europa e no Oriente Médio.
- A ação não resultou em aumento significativo dos lucros da Pepsi naquele ano.
Informações Essenciais
A repintura do Concorde em azul para a campanha “Project Blue” exigiu limitações técnicas devido ao aumento de absorção de calor, restringindo o voo a Mach 2 por até 20 minutos. O avião manteve as asas brancas, cumpriu um tour de duas semanas com 14 voos e 10 destinos, e a iniciativa não teve efeito significativo nos lucros da Pepsi no período.
Fonte: cestovanie.pravda.sk