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Brave introduz seu próprio ecossistema de anúncios

Brave introduz seu próprio ecossistema de anúncios

Resumo da Notícia

Contexto Geral

O conteúdo aborda a decisão do navegador Brave de implementar seu próprio ecossistema de anúncios, detalhando a evolução dos formatos publicitários, a política de privacidade e segmentação adotada, além de posicionamentos do executivo Jean-Paul Schmetz sobre concorrência no mercado de buscas e acordos do Google com navegadores.

Principais Pontos

  • O Brave foi lançado em 2016 como navegador de código aberto com bloqueio de anúncios e foco em privacidade; em 2019 introduziu experiências publicitárias opt-in com recompensas.
  • Em 2021, após adquirir a plataforma de busca Tailcat (ex-Cliqz), o Brave lançou sua própria publicidade em buscas.
  • Desde então, adicionou anúncios de display em takeover na aba nova e notificações pop-up limitadas.
  • Segundo Jean-Paul Schmetz, um navegador sem motor de busca e sem anúncios de busca “não faz sentido” para o modelo do Brave; ele ajudou a desenvolver a tecnologia do Tailcat.
  • A abordagem publicitária não é programática e não utiliza rastreamento comportamental entre sites.
  • A segmentação de anúncios de busca é feita pela própria consulta e pelo país do usuário; para anúncios em nova aba, a segmentação é apenas por país.
  • O Brave não utiliza cookies de terceiros nem IDs de publicidade.
  • O navegador registra exposições a anúncios e pode associar cliques a conversões em até 30 dias por meio de um recurso de sincronização; os dados permanecem criptografados e inacessíveis ao Brave.
  • Sobre concorrência e antitruste, Schmetz afirma não ver benefícios claros em um desinvestimento do Chrome.
  • Ele defende que o principal remédio seria impedir o Google de pagar navegadores para definir o Google Search como padrão; segundo ele, a decisão judicial não proibiu essa prática.
  • Schmetz diz ter recomendado que o Google pague qualquer navegador que lhe envie tráfego, independentemente de acordos de licenciamento; cita que o Firefox recebe US$ 400 milhões por ano, enquanto o Brave não recebe.
  • Ele afirma que, sem um motor de busca próprio ou um acordo de busca, não há forma de monetizar um navegador, e que o Chrome “faliria rapidamente” caso fosse desmembrado do Google.

Informações Essenciais

O Brave evoluiu de um navegador com bloqueio de anúncios para uma plataforma com publicidade opt-in, anúncios em busca e formatos de display, mantendo políticas de privacidade que excluem cookies de terceiros, IDs de anúncios e segmentação comportamental. A segmentação é limitada a consulta e país, e a mensuração de conversões ocorre de forma sincronizada e criptografada. Em relação ao mercado de buscas, Jean-Paul Schmetz contesta a eficácia de um desinvestimento do Chrome e defende mudanças nos pagamentos do Google a navegadores, argumentando que a monetização de browsers depende de mecanismos ou acordos de busca.

Fonte: adexchanger.com

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