Resumo da Notícia
Contexto Geral
A notícia trata do aumento de golpes ligados ao futebol na Espanha, sobretudo em redes sociais, com fraudes envolvendo ingressos, apostas, falsificações e phishing, conforme dados de uma pesquisa.
Principais Pontos
- 9% dos usuários de internet na Espanha se depararam com golpes relacionados ao futebol entre 2024 e 2025.
- Formas mais frequentes: venda de ingressos falsos (49%); lembranças falsificadas supostamente assinadas e fraudes de apostas (46% cada); phishing ligado ao futebol (35%).
- Em golpes de apostas: 31% falsas recomendações “garantidas”; 24% phishing de plataformas de apostas; 22% falsas ofertas de apostas; 21% golpes de empréstimos para apostar.
- Canais mais citados para a chegada dos golpes: Instagram (47%), WhatsApp (42%), Facebook (38%) e TikTok (36%).
- Estados emocionais relatados por quem perdeu dinheiro: frustração (53%), estresse (45%) e tédio (29%); abordagens ocorrem com frequência em horário de trabalho durante a semana.
- Perdas financeiras: 4% dos espanhóis perderam dinheiro; entre as vítimas, valores mais comuns entre 51€ e 100€ (24%) e entre 101€ e 150€ (28%); 69% foram alvo em duas ou três ocasiões.
- Durante o Mundial de 2022 no Catar: 66% acompanharam; 10% se depararam com golpes, principalmente de apostas e ingressos falsos, com perdas entre 51€ e 100€.
- Uso de cibersegurança: 94% utilizam ao menos uma ferramenta; antivírus é o mais comum (61%); autenticação em dois fatores é considerada eficaz, mas apenas 29% a utilizam; gerenciadores de senhas são usados por 39%.
- Recomendações destacadas: usar transmissões, casas de apostas e vendedores de ingressos oficiais; ignorar previsões de apostas “garantidas” e ofertas urgentes em redes; considerar transmissões ilegais como risco de segurança; usar VPN para criptografar o tráfego.
Informações Essenciais
Golpes relacionados ao futebol estão em ascensão na Espanha e ocorrem majoritariamente em redes sociais, com destaque para fraudes em ingressos, apostas e phishing. A pesquisa indica exposição relevante dos usuários, perdas financeiras em parte da população e recorrência de tentativas. Também aponta ampla adoção de ferramentas de cibersegurança, mas uso relativamente baixo de autenticação em dois fatores e gerenciadores de senhas. Recomendações incluem recorrer apenas a serviços oficiais, desconfiar de ofertas e previsões “garantidas” e adotar medidas de proteção como VPN.
Fonte: marketingdirecto.com