Resumo da Notícia
Contexto Geral
A Ayala Land pausou a construção e a comercialização do Laurean Residences, torre residencial de alto padrão em Makati, devido ao aumento dos custos e à menor previsibilidade de prazos em meio à guerra no Irã. A empresa contatou compradores para discutir reembolsos ou o redirecionamento de pagamentos para outros projetos.
Principais Pontos
- A Ayala Land informou ter colocado as vendas do Laurean Residences em pausa por pressões crescentes de custos e redução da previsibilidade de entrega.
- Compradores foram procurados para opções de reembolso ou reencaminhamento de pagamentos a outros empreendimentos da companhia.
- O projeto tem 67 andares no distrito comercial de Makati, começou a ser comercializado no quarto trimestre de 2025, foi planejado para ser o mais alto arranha-céu residencial do país e registrou mais de 10 bilhões de pesos em vendas antes da pausa.
- As unidades variam de 1 a 4 dormitórios, com 75 m² a 402 m², e preços de 35,7 milhões a mais de 258 milhões de pesos; todas as unidades de 4 dormitórios foram totalmente vendidas.
- A empresa afirmou que adotará uma alocação de capital mais deliberada, priorizando projetos com maior visibilidade de execução e fortalecendo negócios de renda recorrente, como shoppings, hotéis e escritórios.
- John Gatmaytan, da Luna Securities, declarou que a suspensão é a decisão mais adequada e disse que o prolongamento do conflito no Oriente Médio pode levar a mais suspensões e cancelamentos devido a custos elevados e gargalos de suprimentos.
Informações Essenciais
A Ayala Land suspendeu vendas e construção do Laurean Residences em razão de pressões de custos e incertezas de prazo em meio à guerra no Irã. A companhia oferece reembolso ou realocação de pagamentos aos compradores e informou que concentrará capital em projetos com execução mais previsível e receitas recorrentes. O empreendimento de 67 andares em Makati acumulou mais de 10 bilhões de pesos em vendas e teve todas as unidades de quatro dormitórios vendidas antes da suspensão.
Fonte: forbes.com