Resumo da Notícia
Contexto Geral
O conteúdo aborda como marcas estão ajustando seus sites e estratégias para serem identificadas por crawlers de chatbots de IA generativa, como ChatGPT e Gemini, que utilizam modelos de linguagem (LLMs). O tema central é a mudança no comportamento de busca e decisão de compra, com possíveis impactos no tráfego de sites e na visibilidade online das empresas.
Principais Pontos
- Empresas produzem páginas voltadas para robôs de indexação (“crawlers”) de chatbots como ChatGPT e Gemini.
- Projeções da Gartner indicam que o tráfego dos sites de marcas pode cair mais de 50% até 2028, em favor de consultas em motores de IA.
- Segundo estudo do Observatoire société & consommation, publicado em setembro de 2025, 28% dos franceses já incorporam IA generativa nas decisões de compra; entre 18 a 24 anos, o índice é de 58%.
- Declaração de um alto responsável digital de um grande grupo industrial: “Ninguém lê as páginas do nosso site, mas não tem problema. Nós as escrevemos para os robôs.”
- Relato de Roland Debrabant, da agência Noiise, sobre forte aumento de demanda de clientes por visibilidade online.
- Menção à necessidade de “trabalho de laboratório” para compreender a “caixa-preta” desses sistemas.
Informações Essenciais
Marcas estão orientando conteúdos para crawlers de chatbots de IA generativa com o objetivo de manter visibilidade em um cenário de busca em transformação. Projeções apontam queda significativa no tráfego de sites até 2028, enquanto dados indicam uso crescente de IA generativa nas decisões de compra na França, especialmente entre jovens. Profissionais do mercado relatam forte movimento de clientes e destacam a complexidade técnica do funcionamento desses sistemas.
Fonte: lemonde.fr