Resumo da Notícia
Contexto Geral
A notícia trata do impacto do uso de AirTags em bagagens aéreas, destacando dados sobre extravio anual de malas e a eficácia do compartilhamento da localização do acessório com companhias aéreas, segundo estudo da SITA. Também informa que esse compartilhamento segue disponível e será mantido no AirTag 2 anunciado.
Principais Pontos
- Cerca de 33,4 milhões de malas são perdidas por ano; 66% são recuperadas em 48 horas.
- Desde 2021, passageiros têm localizado bagagens com AirTags, que enviam a posição quando há dispositivos Apple por perto, algo comum em aviões e aeroportos.
- Há mais de um ano é possível compartilhar a localização do AirTag com a companhia aérea pela app Buscar; quase 20 companhias aceitam, incluindo Iberia e Vueling.
- Estudo da SITA indica eficácia em 90% dos casos quando a localização é compartilhada com a companhia aérea.
- O compartilhamento acelera a recuperação, especialmente quando a mala se perde dentro do aeroporto.
- A SITA aponta o AirTag como complemento aos sistemas das companhias, útil em situações com muitas incidências e picos altos de tráfego.
- Mesmo quando a companhia não aceita o compartilhamento, o AirTag pode ser usado para localizar a mala por conta do passageiro e para embasar reclamações ou denúncias.
Informações Essenciais
O uso de AirTags em bagagens despachadas se mostra eficaz para localização e recuperação, com estudo da SITA apontando sucesso em 90% dos casos quando a localização é compartilhada com a companhia aérea. Em um cenário de aproximadamente 33,4 milhões de malas perdidas por ano, sendo 66% recuperadas em 48 horas, o recurso de compartilhamento via app Buscar está disponível em quase 20 companhias (incluindo Iberia e Vueling) e contribui para agilizar a devolução, especialmente em perdas dentro do aeroporto. O AirTag permanece útil mesmo sem o compartilhamento com a companhia e esse suporte continuará no AirTag 2 anunciado.
Fonte: applesfera.com