Resumo da Notícia
Contexto Geral
A Justiça do Irã afirmou que Erfan Soltani, manifestante de 26 anos detido durante os recentes protestos, não foi condenado à pena de morte. Segundo o órgão, se houver condenação, as acusações que ele enfrenta preveem pena de prisão.
Principais Pontos
- Soltani está preso em Karaj, perto de Teerã, acusado de propaganda contra o regime islâmico e de agir contra a segurança nacional; o Judiciário diz que a pena de morte não se aplica a esses crimes.
- ONGs e o governo dos EUA alertaram para uma possível execução; o grupo Hengaw informou que um enforcamento marcado para o dia 14 foi adiado.
- As autoridades intensificaram a repressão aos protestos, com corte de internet e ameaças de execução a participantes; segundo a Iran Human Rights, ao menos 3.428 manifestantes foram mortos e mais de 10 mil pessoas presas; a Justiça anunciou julgamentos rápidos para detidos.
Informações Essenciais
A posição oficial do Judiciário iraniano nega a aplicação da pena de morte a Erfan Soltani e indica prisão como eventual punição. Organizações de direitos humanos e o governo dos EUA divulgaram alertas sobre execução e relataram repressão severa aos protestos, com relatos de mortes, prisões em massa e restrições à internet, enquanto o Judiciário promete acelerar os julgamentos.
Fonte: veja.abril.com.br